▲ Taxa de câmbio (USDBRL): ~R$ 4,96 (+0,2%)
▲ Dollar Index (DXY): ~103,9 pontos (+0,1%)
O mercado de divisas deve repercutir a divulgação do Índice Gerente de Compras (PMI) de fevereiro para os EUA e para a China, bem como a divulgação da meta de crescimento de 2024 para o país, idêntica à de 2023, “em torno de 5%”.
Agenda do dia (horário de Brasília):
• Boletim Focus semanal (BC) – 08h30min.
• Índice de Preços ao Produtor (IPP) brasileiro de janeiro (IBGE) – 09h00min.
• Índice Gerente de Compras (PMI) de serviços e consolidado de fevereiro do Brasil (S&P Global) – 10h00min.
• Índice Gerente de Compras (PMI) de serviços americano de fevereiro (ISM) – 12h00min.
• Palestra do ministro da Fazenda, Fernando Haddad – 12h15min.
• Palestra do vice-presidente de Supervisão do Federal Reserve, Michael Barr – 14h00min e 17h30min.
• Palestra do diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo – 18h30min.
À espera do PMI O dólar negociado no mercado interbancário operava em margens estreitas na manhã desta terça-feira, refletindo um compasso de espera dos investidores pela divulgação do PMI de serviços dos EUA ao meio-dia. O dado deve mostrar se a economia americana continua mais aquecida que o desejado pelo Federal Reserve ou se retomou sua trajetória de suave expansão dos meses anteriores. Ainda assim, o principal dado da semana será o Relatório da Situação do Emprego de fevereiro, na sexta-feira, que mostrará como se comportou a demanda por trabalhadores pelas empresas americanas e sinalizar o nível de atividade para os EUA.
Decepção com a China Investidores reagiram de forma abafada ao anúncio da meta do ano passado de crescimento econômico "em torno de 5%" para 2024 sem o acompanhamento de medidas mais ousadas de estímulo econômico para o país. O Parlamento do país anunciou planos para um déficit orçamentário de 3% da produção econômica, contra 3,8% em 2023, o que significa um potencial menor de contribuição do setor público ao crescimento chinês. Também apresentou planos para emitir 1 trilhão de iuanes (US$ 139 bilhões) em títulos especiais do Tesouro de prazo ultralongo, que não estão incluídos no orçamento, mas cujos efeitos para a economia devem ser sentidos em prazos mais longos.




