▼ Taxa de câmbio (USDBRL): ~R$ 4,97 (-0,2%)
= Dollar Index (DXY): ~104,4 pontos (0,0%)
O mercado de divisas deve repercutir às expectativas para a condução da política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, em dia de divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e de discursos de diversas autoridades integrantes ao Federal Reserve.
Agenda do dia (horário de Brasília):
• Ata da última decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central – 08h00min.
• Boletim Focus semanal (BC) – 08h30min.
• Estatísticas monetárias e de crédito de dezembro do Brasil (BC) – 08h30min.
• Palestra do presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto – 09h00min.
• Palestra do ministro da Fazenda, Fernando Haddad – 09h40min.
• Palestra da presidenta do Federal Reserve de Cleveland, Loretta Mester – 14h00min.
• Palestra do presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari – 15h00min.
• Palestra da presidenta do Federal Reserve de Boston, Susan Collins – 16h00min.
Copom confortável em seguir a rota O dólar negociado no mercado interbancário operava em baixa na manhã desta terça-feira, enquanto investidores seguem em compasso de espera pelas declarações de autoridades do Federal Reserve, durante a tarde, e realizam lucros após a forte alta da taxa de câmbio do real do pregão da véspera. O destaque desta manhã é a ata da última decisão do Comitê de Política Monetária, que fez uma avaliação relativamente neutra do cenário inflacionário ao afirmar que os preços evoluíram “significativamente dentro do esperado”, de forma benigna e “desinflacionária”. A ata notou, apenas, que o Comitê “debateu, em particular, a recente dinâmica da inflação de serviços, com foco nos seus componentes subjacentes, e os cenários prospectivos”, sem entrar no mérito se a aceleração recente dos preços de serviços pode provocar uma alteração da trajetória dos juros pelo BC. Pelo contrário, ao se considerar outros aspectos de riscos altistas e baixistas, o documento conclui que “o cenário prospectivo de inflação não se alterou”. Dessa forma, concluindo haver um “progresso desinflacionário relevante, em linha com o antecipado pelo Comitê”, o Copom concluiu por repetir suas decisões anteriores, reduzindo a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 p.p. e sinalizando a expectativa de novos cortes de mesma magnitude nas próximas reuniões.




