= Taxa de câmbio (USDBRL): ~R$ 4,96 (0,0%)
▼ Dollar Index (DXY): ~104,2 pontos (-0,1%)
Em um dia de agenda esvaziada, e sem o boletim Focus para guiar os mercados de ativos nacionais, o mercado de divisas deve repercutir a decisão do Banco Central da China (PBoC) de cortar sua taxa referencial de juros de cinco anos de 4,20% a.a. para 3,95% a.a., a maior redução já feita pela autoridade em sua história.
Agenda do dia (horário de Brasília):
• Palestra do presidente do Banco Central da Inglaterra, Andrew Bailey – 07h15min
Corte de juros na China O dólar negociado no mercado interbancário operava em curtas margens de oscilação e próximo à estabilidade na manhã desta terça-feira, em um dia de poucos itens de agenda. O principal tópico do dia é a decisão de política monetária do Banco Central chinês de reduzir sua taxa referencial de juros de cinco anos de 4,20% a.a. para 3,95% a.a., enquanto manteve estável a taxa referencial de um ano em 3,45% a.a., no maior corte à taxa de cinco anos (-0,35 p.p.) na história do PBoC. Enquanto a taxa de um ano serve como referência para a maior parte dos empréstimos e financiamentos ao consumidor e às empresas, a taxa de cinco anos é particularmente importante para o mercado imobiliário e para a definição de hipotecas. O movimento era esperado há bastante tempo por analistas, visto que a economia chinesa apresenta sinais evidentes de redução no ritmo de expansão econômica desde o segundo semestre do ano passado e o setor imobiliário do país apresenta um desempenho muito aquém da média. Contudo, ainda que o movimento fosse antecipado, causa certa surpresa a reação inexpressiva dos mercados de ativos globais, enquanto se aguardava por uma melhora do apetite de risco global que beneficiasse os ativos arriscados, como ações, commodities e moedas de países emergentes.




