Os mercados financeiros ao redor do mundo tiveram um dia mais positivo na terça-feira (dia 24), com queda dos juros dos Títulos do Tesouro dos EUA e com a divulgação de balanços de empresas.
O conflito em Israel continua no radar, com preocupações quanto a uma possível escalada e com os esforços diplomáticos sendo acompanhados.
A maior parte das bolsas asiáticas encerraram a quarta-feira (dia 25) no campo positivo, diante do clima mais positivo. Somente Seul interrompeu uma sequência de ganhos e terminou em baixa, após balanços de fabricantes de baterias para carros elétricos decepcionarem. Destaque para os esforços do governo chinês para incentivar a economia do país. Foi aprovada a emissão de 1 trilhão de yuanes (USD 137 bilhões) em títulos soberanos extras, com o objetivo de garantir que o crescimento do PIB atinja os 5% previstos para 2023
Na Europa, os principais índices acionários têm um comportamento misto nesta quarta-feira (dia 25), com os balanços de empresas sendo avaliados. Ontem, foram divulgados os balanços de grandes empresas de tecnologia e mais divulgações são aguardadas para hoje.
Os futuros de índices em Nova York operam de forma mista nesta manhã e os juros dos Treasuries estão no lado positivo, mas sem se aproximar dos recordes recentes. A agenda do dia está mais vazia e o foco deve continuar na divulgação de balanços de empresas.
O Ibovespa começou o dia em baixa também no aguardo de novas divulgações de balanços de empresas.
As cotações da soja encerraram a sessão noturna desta quarta-feira (dia 25) em Chicago em queda, com o avanço da colheita nos EUA pesando sobre as cotações.
Além disso, as previsões de chuva no Brasil devem ajudar no avanço do plantio da safra 2023/24, uma vez que há regiões atrasadas, devido ao regime de precipitações ainda irregular.
A falta de novas compras de soja norte-americana pela China também é acompanhada, num momento em que o grão brasileiro continua competitivo, após a colheita de uma safra recorde 2022/23 por aqui.
O milho recuou novamente na sessão noturna desta quarta-feira (dia 25), com o período de colheita continuando a pesar sobre os preços. Além disso, as previsões de chuvas no Brasil e na Argentina também contribuem para o tom mais baixista.
Em relação ao clima, o mercado acompanha a previsão de neve em algumas regiões nos EUA, que pode gerar atrasos por alguns dias.
O trigo também registrou baixa na sessão noturna desta quarta-feira (dia 25) com o mercado de olho das exportações.
O trigo norte-americano continua menos competitivo que o russo, diante do dólar fortalecido. A oferta russa abundante, a preços competitivos, continua sendo um importante fator baixista no mercado, mesmo com preocupações climáticas em regiões produtoras.
As perspectivas climáticas para a Argentina e a Austrália melhoraram, com a ocorrência de chuvas, o que aliviou parcialmente a preocupação com os resultados das safras em players importantes do Hemisfério Sul.









