▼ Taxa de câmbio (USDBRL): ~R$ 4,95 (-0,4%)
▼ Dollar Index (DXY): ~103,8 pontos (-0,1%)
Em dia de agenda esvaziada, o mercado de divisas deve repercutir declarações do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, após afirmar em entrevista deste domingo (03) que o BC “não tem certeza” sobre o processo de desinflação no Brasil.
Agenda do dia (horário de Brasília):
• Palestra do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto – 10h00min.
• Palestra do presidente do Federal Reserve de Philadelphia, Patrick Harker – 13h00min.
• Índice Gerente de Compras (PMI) de serviços e consolidado da China (Caixin / S&P Global) – 22h45min
Declarações de Campos Neto O dólar negociado no mercado interbancário flutuava entre estreitas margens na manhã desta segunda-feira, refletindo a agenda de poucos eventos para começar a semana. O mercado de ativos pode ser orientado pelas falas de dirigentes dos bancos centrais dos EUA e do Brasil. Ontem (03), em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Roberto Campos Neto afirmou que os juros no Brasil ainda “precisam estar no campo restritivo” visto que as expectativas de inflação ainda estão um pouco acima da meta e restam dúvidas sobre o processo de desinflação mais amplo no Brasil. Da mesma forma, Campos Neto evitou opinar sobre qual seria a taxa básica de juros (Selic) “terminal”, ou seja, ao final do processo de flexibilização monetária, declarando que ainda não é possível antevê-la porque o “processo de desinflação ainda está em curso”. Igualmente, o presidente se mostrou otimista com a evolução das contas públicas, afirmando que o governo federal “tem todas as condições de fazer um número fiscal melhor do que o que está nos preços”, ou seja, projetado pelos especialistas, atualmente ao redor de 0,7% de déficit primário em 2024.





