▲ Taxa de câmbio (USDBRL): ~R$ 4,99 (+0,2%)
▼ Dollar Index (DXY): ~102,7 pontos (-0,1%)
Em um dia de agenda esvaziada, o mercado de divisas deve repercutir tardiamente a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) e ao Produtor (PPI) de fevereiro na China, publicado na madrugada de sexta para sábado e que acendeu esperanças de uma aceleração do crescimento local.
Agenda do dia (horário de Brasília):
• Balança comercial semanal do Brasil (Secex) – 15h00min.
Dia sem guia Em dia marcado pela agenda vazia, o dólar negociado no mercado interbancário operava em alta na manhã desta segunda-feira, encostando na marca psicológica de R$ 5,00, porém sem ultrapassá-la. Contribui para o enfraquecimento do real o aumento de temores relacionados à gestão fiscal do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que declarou a jornalistas na última quinta-feira uma possibilidade de uma mudança nas metas orçamentárias para 2024. Adicionalmente, reportagens no final de semana atribuem ao presidente da República um protagonismo na decisão de a Petrobras não pagar dividendos extraordinários na última semana, aumentando os receios de ingerência do governo federal na empresa de capital misto. Por outro lado, pode contribuir para um maior apetite por ativos arriscados por parte dos investidores a divulgação, na noite de sexta-feira, de que os preços ao consumidor na China passaram de deflação acumulada em 12 meses para inflação pela primeira vez em seis meses. O CPI do país passou de -0,8% para +0,7% na comparação anual, acima da mediana das estimativas de analistas, que apontava para uma alta de 0,3% no período. O dado, impulsionado por preços de alimentos e de viagens mais elevados por conta do feriado do Ano Novo Lunar, pode refletir uma demanda interna mais aquecida e contribuir para uma percepção de recuperação econômica no país. Contudo, os dados recentes tem sido, em geral, mais decepcionantes do que animadores, e ainda é cedo para tirar uma conclusão sobre o estado da atividade econômica chinesa.





