= Taxa de câmbio (USDBRL): ~R$ 5,20 (0,0%)
▲ Dollar Index (DXY): ~106,2 pontos (+0,1%)
Em dia de poucos eventos, o mercado de divisas deve repercutir comentários do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, sobre a percepção de riscos fiscais no Brasil e possíveis trajetórias para a taxa básica de juros (Selic), bem como reportagens de que a Petrobras pode autorizar o pagamento de 50% dos dividendos extraordinários.
Agenda do dia (horário de Brasília):
• Índice de atividade americana de março (Fed de Chicago) – 09h30min.
• Palestra do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto – 11h15min e 14h30min.
• Palestra da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde – 12h30min.
• Balança comercial semanal (Secex) – 15h00min.
Petrobras e Campos Neto O dólar negociado no mercado interbancário alternava perdas e ganhos nas primeiras operações desta segunda-feira, quando era cotado ao redor de R$ 5,20 (10h00min). Os ativos de riscos esboçam uma recuperação nos mercados internacionais por conta de um alívio dos receios geopolíticos, após Irã dar a entender que não retaliaria o contido ataque aéreo de Israel da semana passada e diminuir as preocupações de um conflito militar entre ambas as nações. Contudo, o alívio pode ter seus efeitos reduzidos em função da elevação dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) e da comunicação feita pela Petrobras no fim de semana de que avaliaria apenas a possibilidade de pagamento de 50% dos dividendos extraordinários na sua assembleia geral de acionistas desta quinta (25). Na sexta-feira, reportagens de imprensa elevaram o otimismo de investidores estrangeiros ao afirmarem que a empresa realizaria o pagamento integral desses dividendos, o que foi frustrado pela comunicação da empresa. Por fim, operadores do mercado financeiro acompanharão as declarações do presidente do BC, Roberto Campos Neto, após falas suas mais conservadoras na semana passada levaram a uma diminuição das projeções para os juros Selic neste ano.




