▼ Taxa de câmbio (USDBRL): ~R$ 5,05 (-1,2 %)
▼ Dollar Index (DXY): ~104,7 pontos (-0,6%)
O mercado de divisas deve repercutir a divulgação de dados para o mercado de trabalho americano para o mês de abril a fim de calibrar expectativas para a taxa de juros nos EUA, testando o alívio promovido pelo presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que ratificou a esperança de moderação inflacionária e a intenção da instituição de cortar de juros em algum momento.
Agenda do dia (horário de Brasília):
• Estatísticas monetárias e de crédito de março (BC) – 08h30min.
• Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) de março (IBGE) – 09h00min.
• Relatório da Situação do Emprego de abril nos EUA (BLS) – 09h30min.
• Índice Gerente de Compras (PMI) de serviços americano de abril (ISM) – 11h00min.
• Posição Semanal dos Agentes (CFTC) – 16h30min.
• Palestra do presidente de Federal Reserve de Chicago, Austan Goolsbee – 20h45min.
• Palestra do presidente de Federal Reserve de New York, John Williams – 20h45min.
Alívio pós-payroll O dólar negociado no mercado interbancário operava em forte baixa nas primeiras negociações desta sexta-feira, sendo cotado ao redor de R$ 5,05 (10h00min), após o Relatório da Situação do Emprego de abril mostrar uma desaceleração acima do esperado nos EUA. O saldo da criação de empregos urbanos no país aumentou em apenas 175 mil ante o mês de março, ante estimativa mediana de 243 mil novos postos de trabalho e ante alta de 315 mil no mês anterior. Adicionalmente, a remuneração do trabalho cresceu apenas 0,2% na passagem de março para abril, ante expectativa de alta de 0,2%, e a taxa de desemprego aumentou levemente, de 3,8% para 3,9%. Os dados mostraram um enfraquecimento para o mercado de trabalho estadunidense, diminuindo preocupações de que a atividade econômica está excessivamente aquecida e que a inflação se tornaria persistente, e se somam ao alívio promovido pelo Federal Reserve e seu presidente, Jerome Powell, que, na quarta-feira (01), reiteraram a intenção de cortes de juros, mesmo que adiados, e o afastaram a possibilidade de novas altas pela instituição. Assim, a aversão global a riscos diminui e se impulsiona o desempenho de ativos arriscados, como ações, commodities e moedas de países emergentes.





