▲ Taxa de câmbio (USDBRL): ~R$ 4,88 (+0,2%)
- Dollar Index (DXY): ~102,5 pontos (0,0%)
Em dia de poucos eventos, investidores aguardam pela divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos, na quinta-feira, buscando calibrar as apostas para a política monetária americana neste ano. Adicionalmente, agentes do mercado financeiro repercutem as declarações do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, de que a Medida Provisória de reoneração da folha de pagamento foi uma alternativa à judicialização do tema no Supremo Tribunal Federal e que a pasta não descarta uma alteração da meta de déficit fiscal de 2024 em último cenário.
Agenda do dia:
• Boletim Focus da semana (BC) – 08h30min.
• Balança comercial semanal (Secex) – 14h30min.
• Discurso do presidente do Federal Reserve de Atlanta, Raphael Bostic – 14h30min.
Compasso de espera O dólar negociado no mercado interbancário operava em alta na manhã desta segunda-feira, refletindo um posicionamento mais cauteloso de agentes do mercado financeiro enquanto aguardam por dados importantes de inflação dos Estados Unidos nesta quinta-feira. Adicionalmente, a moeda brasileira é pressionada pela queda do petróleo nos mercados internacionais, o que enfraquece divisas de países exportadores do óleo bruto, como o real, a coroa norueguesa, o rand sul-africano e os dólares australiano e neozelandês.
Reoneração da folha Investidores repercutem, também, as declarações do secretário-executivo do Ministério da Fazenda dadas na quinta-feira afirmando que a MP que reonera parcialmente a folha de pagamentos dos setores beneficiados anteriormente pelo Congresso Nacional foi a alternativa encontrada para se evitar a judicialização do tema junto ao STF. A equipe econômica do Executivo afirma que a prorrogação da desoneração da folha é inconstitucional por não apresentar estimativa de impacto fiscal, exigida para a criação de benefícios, tese contestada pelos parlamentares e por alguns especialistas, que afirmam que essa exigência não é necessária neste caso, visto que o texto aprovado prorroga um programa que já existe e não cria nova medida. Porém, mesmo que o governo prospere com sua alternativa, analistas acreditem que uma alteração das metas fiscais de 2024 é praticamente inevitável.




