▼ Taxa de câmbio (USDBRL): ~R$ 4,91 (-0,4%)
▼ Dollar Index (DXY): ~103,3 pontos (-0,1%)
Em dia de poucos eventos, o mercado de divisas deve repercutir divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de novembro, lido como prévia do PIB brasileiro. Adicionalmente, os operadores devem continuar atentos a falas de autoridades do Federal Reserve em busca de sinalizações acerca da trajetória da política monetária da autarquia.
Agenda do dia:
• Palestra da presidenta do Banco Central Europeu, Christine Lagarde – 07h00min.
• Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de novembro (BC) – 09h00min.
• Palestra do vice-presidente de Supervisão do Federal Reserve, Michael Barr – 15h00min.
• Posição semanal dos agentes de mercado (CFTC) – 17h30min.
• Palestra da presidenta do Fed de San Francisco, Mary Daly – 18h15min.
Desaceleração da atividade O dólar negociado no mercado interbancário operava em queda na manhã, apesar de a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de novembro reforçar o entendimento de que Comitê de Política Monetária (Copom) pode continuar seu ciclo de cortes dos juros no ritmo de 0,50 ponto percentual por reunião. De acordo com dados da autarquia, o índice considerado como prévia do PIB brasileiro apresentou estabilidade, com alta de 0,01% no mês, dentro do consenso das estimativas, de modo que encerrou uma sequência de 3 meses de queda e acumulou alta de 2,31% em 12 meses. Por ser avaliado durante as deliberações de política monetária do Copom, o indicador recebe atenção dos investidores, ampliando a leitura de que o ritmo de redução da taxa básica da autoridade é apropriado para o nível de atividade econômica e avanço da inflação registrados, o que coloca a renda fixa brasileira numa perspectiva menos atrativa e tende a favorecer a alta do dólar. Adicionalmente, no exterior o movimento semanal foi no sentido de reajuste de posições dos agentes, que passaram a revisar suas expectativas após dados mais fortes para economia americana aumentarem os temores relativos às pressões inflacionárias no país, o que diminuiu as apostas dos operadores no corte dos juros praticados pelo Federal Reserve durante a reunião de 20 de março. No entanto, a maior parte dos investidores já aparenta ter reestabelecido seu posicionamento e, hoje (19), os agentes devem voltar sua atenção para as falas do vice-presidente de Supervisão do Federal Reserve, Michael Barr, e da presidenta do Fed de San Francisco, Mary Daly.





