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Chamada de Abertura

By: StoneX Intelligence Brazil, StoneX Intelligence Brazil

Grãos | Chamada de Abertura
 
Júlia Viana
 
 
 
ÓLEO, TRIGO: BAIXA; SOJA, FARELO, MILHO: ALTA.                                                                         
Mercado Externo – Estados Unidos, Ásia: misto; Europa: baixa.

Nos Estados Unidos, os índices futuros com atividade em Wall Street recuam na manhã desta quarta-feira, 27 de novembro. Com o feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, que reduz serviços no país entre quinta e sexta-feira, a divulgação de indicadores econômicos importantes para os Estados Unidos concentram-se na sessão de hoje. Destacadamente, os investidores devem acompanhar a segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre e o Índice de Preços das Despesas de Consumo Pessoal (PCE) de outubro, ambos com impacto potencial significativo na avaliação das expectativas sobre a trajetória da taxa de juros do Federal Reserve. Em relação ao PIB, a expectativa mediana aponta para um resultado alinhado à primeira leitura preliminar divulgada em 30 de outubro, que indicou um crescimento de 2,8% no terceiro trimestre. Caso esse número seja confirmado, embora represente uma leve desaceleração em relação ao avanço oficial de 3% registrado no segundo trimestre de 2024, deve reforçar a percepção de resiliência da economia norte-americana. Isso, por sua vez, reduz as apostas de cortes mais acelerados de juros ao permitir que o Fed adote um ritmo mais gradual de afrouxamento monetário, alinhado a um cenário caracterizado como "pouso suave". Deve reforçar esse cenário, ainda, a divulgação do PCE de outubro. A previsão mediana para o indicador projeta uma alta anual de 2,8% no núcleo do índice, que exclui os componentes voláteis de alimentação e energia, acima dos 2,7% registrados em setembro, o que intensificaria preocupações com os riscos inflacionários no país e influenciaria as expectativas sobre a trajetória das taxas de juros definidas pelo Federal Reserve, fortalecendo o dólar globalmente. 

Na região da Ásia e Pacífico, as bolsas apresentam resultados mistos, à medida que os investidores avaliam lucros do setor industrial chinês e os dados sobre a inflação da Austrália. Entre os mercados europeus, as bolsas operam majoritariamente no campo negativo, enquanto os investidores assimilam as novas nomeações de Donald Trump para compor seu governo.

No Brasil, o índice futuro Ibovespa (IBOV) inicia o dia em queda, enquanto  a atenção dos investidores segue voltada para o aguardado anúncio do pacote de cortes de gastos do governo federal, enquanto crescem as expectativas de que o anúncio oficial seja finalmente feito essa semana. De acordo com informações divulgadas pela imprensa, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem planos de realizar um pronunciamento de rádio e televisão ainda nesta noite, detalhando as medidas previstas para redução de despesas que serão encaminhadas ao Congresso. No entanto, caso o anúncio não seja realizado hoje, a expectativa é de que a exibição aconteça na quinta-feira. Veicula-se também que o ministro Haddad leve a proposta de ajuste fiscal ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, na manhã desta quinta-feira. A indefinição e demora do Executivo em divulgar o pacote reforça uma percepção entre investidores de que o Palácio do Planalto demonstra pouca urgência e pouca importância para a necessidade de ajustes dos gastos públicos, o que pode resultar em uma elevação da percepção de riscos de ativos brasileiros e prejudicar o desempenho de ativos nacionais, como taxa de câmbio do real e a taxa dos contratos futuros de juros (DI). Para ter acesso à informação completa, acesse o relatório de Abertura de Câmbio.

Soja em alta

Os futuros da soja subiram, apesar dos dados apontarem para uma grande produção dos grãos no Brasil. De toda forma, as previsões de safra elevada contribuíram para frear os ganhos nesta sessão.

Com relação às exportações nos Estados Unidos, o porto de grãos mais movimentado dos Estados Unidos registrou sua taxa de escoamento mais acelerada em quase quatro anos, por influência das chuvas que elevaram os níveis do Rio Mississippi, conforme apontam dados do governo estadunidense.

Milho em alta

O milho, assim como a soja, obtém alguns ganhos na manhã desta quarta-feira, 27 de novembro, com dados positivos para as exportações podendo ser parte da motivação por trás das elevações. De acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a comercialização de milho para o exterior até setembro encontra-se 31% maior em relação ao mesmo período do ano anterior.

Trigo em baixa

O trigo segue com fundamentos desfavoráveis aos preços por mais uma seção consecutiva, no pregão noturno desta quarta-feira, 27 de novembro. Neste momento, são as perspectivas de ampla oferta que pesam sobre as negociações em Chicago.

As safras de trigo recém-colhidas no hemisfério sul, mais especificamente na Austrália, deram ao mercado a perspectiva de uma oferta ampliada, sem que haja motivos que ameacem este cenário no momento. Nos EUA, as recentes chuvas que atingiram as planícies neste mês contribuíram para a melhoria das condições das lavouras de trigo de inverno no país.

 

TABELAS E INDICADORES
image 104523
Fonte: CommodityNetwork Traders’ Pro.
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Fonte: CommodityNetwork Traders-Pro em relação ao fechamento do dia anterior.
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Fonte: **Estimativas StoneX.
EVOLUÇÃO DOS CONTRATOS FUTUROS NA CBOT
Soja
Milho
 
Trigo

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7 de agosto – A economia dos EUA inesperadamente perdeu 23 mil vagas em julho, dramaticamente abaixo das expectativas do mercado de um aumento de 80 mil e marcando a pior leitura de Non-Farm Payrolls desde fevereiro. Além disso, maio e junho foram ambos revisados fortemente para baixo, com as revisões combinadas mostrando 103 mil vagas a menos do que o previamente reportado. Fora o setor de saúde, que adicionou 22 mil vagas em julho, as perdas foram bastante disseminadas. As folhas de pagamento do governo registraram a maior queda, cortando 53 mil vagas em julho, a maior observada desde outubro de 2025, enquanto junho foi revisado para baixo, passando a mostrar uma perda de 10 mil vagas também. O setor privado ao menos registrou crescimento, adicionando 30 mil vagas em julho, agora igualando o mês anterior após este ser revisado para baixo, ante os 49 mil inicialmente reportados, e ficando substancialmente aquém das previsões de 78 mil vagas adicionadas. Trata-se de uma reversão acentuada de curso em relação aos dados de emprego dos EUA amplamente melhores do que o esperado observados no início desta semana.

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6 de agosto – Os dados de emprego dos EUA mais fortes do que o esperado nesta manhã ofereceram algum alívio aos mercados, reforçando a confiança na economia ao mesmo tempo em que dão ao Fed maior flexibilidade para elevar os juros caso as pressões inflacionárias reacelerem nos dados de julho da próxima semana. Os futuros das ações apontam para uma abertura mista no início do dia, com o Nasdaq, de forte peso em tecnologia, mostrando a maior fraqueza. O VIX caiu notavelmente em relação ao salto de ontem acima de 18,4, iniciando o dia rondando logo abaixo da marca de 16. O dólar está discretamente em alta, operando logo acima de 99,8, mantendo-se na faixa estreita observada até aqui nesta semana enquanto os operadores continuam a digerir os dados para moldar as expectativas quanto ao próximo movimento do Fed, no qual nos aprofundaremos mais abaixo. Os rendimentos dos Treasuries de longo prazo cairram ligeiramente em relação ao salto recente, com os rendimentos de 30 anos iniciando o dia operando logo acima de 5,19%, enquanto os rendimentos de 10 anos operam acima de 4,64% e os de 2 anos situam-se abaixo de 4,22%. O petróleo bruto está moderadamente em alta para começar a sessão, após fortes quedas no início da semana, com o WTI para entrega próxima em alta de 1,8%, operando a US$76,40, e o Brent para entrega próxima em alta de 2,4%, operando a US$81,40. Enquanto isso, os commodities agrícolas estão discretamente mistos para começar o dia.

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5 de agosto – Os mercados de ações dos EUA estão em chamas nesta semana, com tanto o Dow Jones quanto o S&P 500 estabelecendo novas máximas históricas ontem, com os futuros indicando novos ganhos novamente hoje; o mercado permanece otimista quanto a um acordo com o Irã, apesar de nenhuma evidência disso até o momento. O petróleo bruto trabalha em uma máxima e uma mínima mais baixas hoje, mas permanece ligeiramente no lado alto na sessão, enquanto o dólar recua de volta em direção à mínima de quase dois meses de segunda-feira. O título de dez anos está estável a mais baixo nesta manhã (embora solidamente mais baixo até agora neste mês), em 4,605%, enquanto o índice VIX continua a se recuperar no meio da semana, com uma leitura de quase 17 pontos nesta manhã.

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