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Chamada de Abertura

By: StoneX Intelligence Brazil, StoneX Intelligence Brazil

Grãos | Chamada de Abertura
 
Júlia Viana
 
 
 
FARELO DE SOJA, TRIGO, SOJA: ALTA; MILHO, ÓLEO DE SOJA: BAIXA.                                                                                           
Mercado Externo – Estados Unidos: misto; Ásia, Europa: alta.

Nos Estados Unidos, os principais índices futuros que operam em Nova York seguem sem direção única na manhã desta sexta-feira, 21 de fevereiro. Em novo dia de agenda econômica com poucos eventos, o foco dos investidores deve ser a divulgação de dados preliminares para os Índices Gerentes de Compras (PMI) do setor industrial e serviços de fevereiro nos Estados Unidos. Ainda que, em geral, esses indicadores tenham menor peso na análise dos participantes do mercado, eles fornecem as primeiras sinalizações referentes à atividade econômica do país no mês. Consequentemente, sua leitura pode influenciar a percepção dos investidores acerca dos próximos passos da política monetária conduzida pelo Federal Reserve. No mês de janeiro, os PMIs calculados pela S&P Global evidenciaram resiliência na atividade econômica dos Estados Unidos, ainda que acompanhados de outros dados mistos, o que dificultou uma visão clara sobre o posicionamento futuro do Fed diante da dinâmica econômica. As estimativas medianas para fevereiro apontam para um avanço de 51,3 no setor industrial, após 51,2 no mês anterior, e para 53 no setor de serviços, ante 52,9 na última divulgação. Caso esses valores se confirmem, ainda que preliminares, devem reforçar a percepção de solidez da economia norte-americana, o que tende a elevar os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA e, consequentemente, fortalecer o dólar.

Entre os mercados asiáticos, as bolsas encerraram o dia no campo positivo, no horário local de operações. Na Europa, os índices também têm ganhos, com o foco voltado para a política alemã.

No Brasil, o índice futuro Ibovespa (IBOV) inicia o dia com algumas perdas. Os investidores devem acompanhar as falas de autoridades econômicas no Brasil, em busca de sinais sobre a trajetória da política monetária brasileira ao longo de 2025. Nesta manhã, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, concede entrevista, ao passo que, posteriormente, o diretor de política monetária do Banco Central, Nilton David, participa de evento. Dessas falas, os agentes de mercado devem buscar indicações acerca de como o governo e o Banco Central avaliam os recentes indicadores econômicos, relativamente mais fracos, bem como os efeitos da política monetária mais restritiva em vigor. Caso reforcem a percepção de desaceleração da economia brasileira, devem elevar a percepção de uma alta mais moderada para os juros no Brasil, o que tende a prejudicar o real. Para acompanhar os temas que devem movimentar o mercado de ativos ao longo do dia, acesse a Abertura de Câmbio.

Soja em alta

Os preços futuros da soja apresentaram uma valorização ao longo do pregão noturno em Chicago, recuperando-se de perdas obtidas em sessões anteriores, sustentadas por um dólar mais fraco globalmente, além de preocupações com as condições climáticas que atingem regiões produtoras na América do Sul, com destaque para o Brasil, que se encontra colhendo uma safra recorde da oleaginosa.

Milho em baixa

No mercado do milho, observa-se movimento semelhante ao que é visto no mercado da soja, com os preços futuros sendo favorecidos, principalmente, por um dólar enfraquecido internacionalmente.

No Brasil, o momento é de colheita da safra de verão, que não assume patamares tão elevados, e de plantio do milho segunda safra, mais conhecido como milho safrinha. O cenário atual indica que a área plantada deve crescer para o ciclo que se inicia, com os agricultores sendo incentivados pelos preços favoráveis para o cereal. Na Argentina, a produção deve ser reduzida por uma substituição do plantio de milho de verão pela soja, após os produtores terem sofrido grandes perdas com o milho na última safra, devido aos ataques da cigarrinha.

Trigo em baixa

Os contratos futuros do trigo encontraram forças altistas no pregão noturno desta sexta-feira, 21 de fevereiro, na Bolsa de Valores de Chicago (CBOT, para a sigla em inglês). O principal motivo por trás das altas verificadas nos preços do trigo está relacionado com as preocupações relacionadas com o frio extremo que atinge algumas regiões de cultivo na Rússia e nos Estados Unidos. Na Europa, por sua vez, prevalece o tempo seco.

TABELAS E INDICADORES
image 108548
Fonte: CommodityNetwork Traders’ Pro.
image 108549
Fonte: CommodityNetwork Traders-Pro em relação ao fechamento do dia anterior.
image 108550
Fonte: **Estimativas StoneX.
EVOLUÇÃO DOS CONTRATOS FUTUROS NA CBOT
Soja
Milho
 
Trigo

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Este documento contém opiniões do autor e não necessariamente reflete as estratégias da StoneX. As previsões de mercado são especulativas e podem variar. O investidor é responsável por qualquer decisão baseada neste material. A StoneX só negocia com clientes que atendem aos critérios legais. O aviso legal completo está em https://www.stonex.com/pt-br/termos-e-condicoes/.

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7 de agosto – A economia dos EUA inesperadamente perdeu 23 mil vagas em julho, dramaticamente abaixo das expectativas do mercado de um aumento de 80 mil e marcando a pior leitura de Non-Farm Payrolls desde fevereiro. Além disso, maio e junho foram ambos revisados fortemente para baixo, com as revisões combinadas mostrando 103 mil vagas a menos do que o previamente reportado. Fora o setor de saúde, que adicionou 22 mil vagas em julho, as perdas foram bastante disseminadas. As folhas de pagamento do governo registraram a maior queda, cortando 53 mil vagas em julho, a maior observada desde outubro de 2025, enquanto junho foi revisado para baixo, passando a mostrar uma perda de 10 mil vagas também. O setor privado ao menos registrou crescimento, adicionando 30 mil vagas em julho, agora igualando o mês anterior após este ser revisado para baixo, ante os 49 mil inicialmente reportados, e ficando substancialmente aquém das previsões de 78 mil vagas adicionadas. Trata-se de uma reversão acentuada de curso em relação aos dados de emprego dos EUA amplamente melhores do que o esperado observados no início desta semana.

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6 de agosto – Os dados de emprego dos EUA mais fortes do que o esperado nesta manhã ofereceram algum alívio aos mercados, reforçando a confiança na economia ao mesmo tempo em que dão ao Fed maior flexibilidade para elevar os juros caso as pressões inflacionárias reacelerem nos dados de julho da próxima semana. Os futuros das ações apontam para uma abertura mista no início do dia, com o Nasdaq, de forte peso em tecnologia, mostrando a maior fraqueza. O VIX caiu notavelmente em relação ao salto de ontem acima de 18,4, iniciando o dia rondando logo abaixo da marca de 16. O dólar está discretamente em alta, operando logo acima de 99,8, mantendo-se na faixa estreita observada até aqui nesta semana enquanto os operadores continuam a digerir os dados para moldar as expectativas quanto ao próximo movimento do Fed, no qual nos aprofundaremos mais abaixo. Os rendimentos dos Treasuries de longo prazo cairram ligeiramente em relação ao salto recente, com os rendimentos de 30 anos iniciando o dia operando logo acima de 5,19%, enquanto os rendimentos de 10 anos operam acima de 4,64% e os de 2 anos situam-se abaixo de 4,22%. O petróleo bruto está moderadamente em alta para começar a sessão, após fortes quedas no início da semana, com o WTI para entrega próxima em alta de 1,8%, operando a US$76,40, e o Brent para entrega próxima em alta de 2,4%, operando a US$81,40. Enquanto isso, os commodities agrícolas estão discretamente mistos para começar o dia.

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5 de agosto – Os mercados de ações dos EUA estão em chamas nesta semana, com tanto o Dow Jones quanto o S&P 500 estabelecendo novas máximas históricas ontem, com os futuros indicando novos ganhos novamente hoje; o mercado permanece otimista quanto a um acordo com o Irã, apesar de nenhuma evidência disso até o momento. O petróleo bruto trabalha em uma máxima e uma mínima mais baixas hoje, mas permanece ligeiramente no lado alto na sessão, enquanto o dólar recua de volta em direção à mínima de quase dois meses de segunda-feira. O título de dez anos está estável a mais baixo nesta manhã (embora solidamente mais baixo até agora neste mês), em 4,605%, enquanto o índice VIX continua a se recuperar no meio da semana, com uma leitura de quase 17 pontos nesta manhã.

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