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Chamada de Abertura

By: StoneX Intelligence Brazil, StoneX Intelligence Brazil

Grãos | Chamada de Abertura
 
Soja, farelo, óleo, Milho e Trigo: queda.
Mercado externo em alta
Nesta segunda-feira (13), os principais índices dos EUA e da Europa mostram importantes ganhos. Isso representa uma reversão em relação ao sentimento que predominou na semana passada, quando preocupações acerca da desaceleração econômica e da propagação da variante Delta derrubou as bolsas norte-americanas (Dow Jones: -2,15%, S&P 500: -1,69%, Nasdaq: -1,61%) e o medo de uma forte redução dos estímulos fornecidos pelo Banco Central Europeu (BCE) trouxe desvalorizações para os mercados da Europa (Stoxx Europe 600: -1,20%, FTSE 100: -1,55%).
O fator que impulsiona os ganhos de hoje nos EUA é a aparente estabilização dos novos casos de Covid-19, que trazem a esperança de um novo impulso para a economia. Esse otimismo já será testado amanhã, quando o governo divulgará o Índice de Preços ao Consumidor. Na última sexta, o Índice de Preços ao Produtor registrou aumento anual de 8,3%, maior alta desde novembro de 2010. Caso a inflação para os consumidores também esteja muito elevada, a pressão para que o Federal Reserve (Fed) diminua seus estímulos será enorme.
Na agenda de hoje, o grande destaque nos EUA é a expectativa de que os democratas irão propor na Câmara dos Representantes uma série de aumentos na carga de impostos com o objetivo de financiar seus planos de investimento em energia renovável e bem-estar social. Segundo informações do Wall Street Journal, a proposta é que a alíquota máxima sobre corporações suba de 21,0% para 26,5%, que o imposto de renda que incide sobre aqueles que ganham mais de US$ 5 milhões por ano tenha um aumento de 3% e que os impostos máximos sobre ganhos de capital cresça de 23,8% para 28,8%. No momento, a Casa está em recesso parlamentar, com a volta das atividades marcada para 20 de setembro.
Na Europa, os ganhos de hoje estão relacionados a esperança de que a forte recuperação da zona do euro irá superar a desaceleração que no momento ameaça o restante do mundo. A valorização dos índices está sendo puxada pelo setor bancário e pelo setor petrolífero. Perto das 10h (horário de Brasília), o barril de petróleo Brent está sendo negociado US$ 73,60, ganho de 0,93%.
Por fim, nos mercados asiáticos mais uma vez o grande destaque do dia são notícias acerca de medidas regulatórias colocadas em prática pela China, que afetam as cotações de diversas empresas do país negociadas em Hong Kong. Essas intervenções, que se tornaram mais recorrentes a partir do final de 2020, são explicadas pela frouxa regulação que existia sobre o setor de tecnologia na China, pelo desejo do Partido Comunista Chinês de manter o monopólio sobre a informação e a educação, além da promessa recente do Partido de busca por maior igualdade social, que passa pelo combate aos monopólios e pela diminuição da possibilidade de surgimento de super ricos. Hoje, o que abalou os mercados foi a divulgação pelo Financial Times de um plano do governo de diminuição do poder da empresa Alibaba. Segundo o jornal, a ideia é separar os ramos de e-commerce e de empréstimo, obrigando a criação de uma nova empresa. Com isso, o índice Hang Seng recuou 1,50%. Fora de Hong Kong, as ações do continente fecharam em alta (Kospi: +0,07%, Nikkei 225: +0,22%, Shanghai Composto: +0,33%).
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Soja em queda
Nesta segunda-feira (13), os mercados futuros de soja operam em campo negativo. Na Bolsa de Chicago (CBOT, da sigla em inglês), os contratos de novembro/21 são negociados a 1.280,50 USD cents/bushel. Com a situação dos portos na região do Golfo ainda não normalizada, os preços também são pressionados pela perspectiva de aumento da oferta global da oleaginosa. Na última sexta-feira (10), o Balanço de Oferta e Demanda (WASDE, da sigla em inglês), publicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, da sigla em inglês), indicou uma produção mundial de 384,42 milhões de toneladas e um consumo de 378,37 milhões.
 

Milho em queda
Os futuros do milho também são pressionados, nesta segunda-feira (13). Na CBOT, os contratos futuros para setembro/21 são negociados a 503,00 US¢/bu. O movimento de queda ganhou força com a divulgação de estimativas de maior oferta para os EUA. Na última sexta-feira (10), o WASDE trouxe uma produção de 390,93 milhões de toneladas de milho, cerca de 1,67% acima da estimativa de agosto/21.

 

Trigo em queda
Os futuros do trigo operam em queda, nesta segunda-feira (13). Na CBOT, os contratos para dezembro/21 são negociados a 680,75 US¢/bu. Após o USDA ter reportado um cenário menos ajustado entre oferta e demanda de trigo, de acordo com os dados publicados na sexta-feira (10), o movimento de queda também ganha força com a valorização do dólar estadunidense.
 
tabela de indicadores
image 17643
Fonte: CommodityNetwork Traders’ Pro.
image 17644
Fonte: CommodityNetwork Traders’ Pro. *em relação ao fechamento do dia anterior
image 17645
**estimativa StoneX
evolução dos contratos futuros na cbot
Soja
 
Milho
Trigo
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7 de agosto – A economia dos EUA inesperadamente perdeu 23 mil vagas em julho, dramaticamente abaixo das expectativas do mercado de um aumento de 80 mil e marcando a pior leitura de Non-Farm Payrolls desde fevereiro. Além disso, maio e junho foram ambos revisados fortemente para baixo, com as revisões combinadas mostrando 103 mil vagas a menos do que o previamente reportado. Fora o setor de saúde, que adicionou 22 mil vagas em julho, as perdas foram bastante disseminadas. As folhas de pagamento do governo registraram a maior queda, cortando 53 mil vagas em julho, a maior observada desde outubro de 2025, enquanto junho foi revisado para baixo, passando a mostrar uma perda de 10 mil vagas também. O setor privado ao menos registrou crescimento, adicionando 30 mil vagas em julho, agora igualando o mês anterior após este ser revisado para baixo, ante os 49 mil inicialmente reportados, e ficando substancialmente aquém das previsões de 78 mil vagas adicionadas. Trata-se de uma reversão acentuada de curso em relação aos dados de emprego dos EUA amplamente melhores do que o esperado observados no início desta semana.

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6 de agosto – Os dados de emprego dos EUA mais fortes do que o esperado nesta manhã ofereceram algum alívio aos mercados, reforçando a confiança na economia ao mesmo tempo em que dão ao Fed maior flexibilidade para elevar os juros caso as pressões inflacionárias reacelerem nos dados de julho da próxima semana. Os futuros das ações apontam para uma abertura mista no início do dia, com o Nasdaq, de forte peso em tecnologia, mostrando a maior fraqueza. O VIX caiu notavelmente em relação ao salto de ontem acima de 18,4, iniciando o dia rondando logo abaixo da marca de 16. O dólar está discretamente em alta, operando logo acima de 99,8, mantendo-se na faixa estreita observada até aqui nesta semana enquanto os operadores continuam a digerir os dados para moldar as expectativas quanto ao próximo movimento do Fed, no qual nos aprofundaremos mais abaixo. Os rendimentos dos Treasuries de longo prazo cairram ligeiramente em relação ao salto recente, com os rendimentos de 30 anos iniciando o dia operando logo acima de 5,19%, enquanto os rendimentos de 10 anos operam acima de 4,64% e os de 2 anos situam-se abaixo de 4,22%. O petróleo bruto está moderadamente em alta para começar a sessão, após fortes quedas no início da semana, com o WTI para entrega próxima em alta de 1,8%, operando a US$76,40, e o Brent para entrega próxima em alta de 2,4%, operando a US$81,40. Enquanto isso, os commodities agrícolas estão discretamente mistos para começar o dia.

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5 de agosto – Os mercados de ações dos EUA estão em chamas nesta semana, com tanto o Dow Jones quanto o S&P 500 estabelecendo novas máximas históricas ontem, com os futuros indicando novos ganhos novamente hoje; o mercado permanece otimista quanto a um acordo com o Irã, apesar de nenhuma evidência disso até o momento. O petróleo bruto trabalha em uma máxima e uma mínima mais baixas hoje, mas permanece ligeiramente no lado alto na sessão, enquanto o dólar recua de volta em direção à mínima de quase dois meses de segunda-feira. O título de dez anos está estável a mais baixo nesta manhã (embora solidamente mais baixo até agora neste mês), em 4,605%, enquanto o índice VIX continua a se recuperar no meio da semana, com uma leitura de quase 17 pontos nesta manhã.

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