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Chamada de Abertura

By: StoneX Intelligence Brazil, StoneX Intelligence Brazil

Grãos | Chamada de Abertura
 
Soja, Farelo, Óleo, Milho e Trigo: alta.
Mercado externo em alta
Nesta quinta-feira (14), os mercados de ações dos EUA e da Europa apresentam tendência de alta, com os índices mostrando valorização média das ações em torno de 1%. Isso representa uma continuação em relação às movimentações de ontem, quando as empresas de ambos os lados do Atlântico fecharam o dia com ganhos (EUA: Dow Jones, 0,00%; S&P 500, +0,30%; Nasdaq, +0,73%/ Europa: FTSE 100: +0,16%; DAX 30, +0,68%; Stoxx Europe 600, +0,70%; CAC 40, +0,75%).
Em todo o globo, duas tendências antagônicas atuam sobre os mercados no dia de hoje. Por um lado, as ações são pressionadas pela inflação, que vem aumentando em praticamente todos os países. Nos EUA, por exemplo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) divulgado ontem mostrou alta de 5,4% na comparação anual e o Índice de Preços ao Produtor (IPP) revelado hoje indicou inflação de 8,6% (ambos são os maiores valores desde 2008). Na China, apesar do IPC estar baixíssimo (0,7%), o IPP alcançou máxima de 26 anos: 10,7% na comparação anual. Na Europa, nenhum indicador foi divulgado recentemente, mas o mesmo cenário predomina.
Pelo outro lado, as ações são impulsionadas pelo início da temporada de divulgação dos resultados no terceiro trimestre das empresas listadas em bolsa. Apesar de preocupações de que com a desaceleração econômica as companhias poderiam ter enfrentado dificuldades, as primeiras divulgações foram positivas e animaram os investidores. Nos EUA, o setor bancário é quem impulsiona os ganhos, com Wells Fargo, CitiGroup e Bank of America apresentando lucro acima do esperado em suas divulgações antes da abertura de Wall Street. Já na Europa, os ganhos foram puxados pelos bons resultados da desenvolvedora de software alemã SAP e da produtora francesa de bens de luxo Louis Vuitton (LVMH), ambos divulgados ontem. No momento, é essa segunda tendência quem predomina, por isso os fortes ganhos dos investidores.
Ademais, importante destacar que a divulgação de ontem da ata da última reunião do Fomc, comitê do Federal Reserve responsável por tomar as decisões de política monetária nos EUA, mostrou que um consenso está se formando em torno da diminuição dos incentivos monetários a partir de meados de novembro. No momento, eles rondam os US$ 120 bilhões mensais. Lembrando que na Europa a redução do programa de compra emergencial pandêmico (PEPP, na sigla em inglês) já se iniciou e está previsto para eliminar totalmente os incentivos até março.
 
Soja em alta
Nesta quinta-feira (14), os mercados futuros de soja operam em alta, sustentados pelo otimismo dos agentes com a demanda chinesa. Nessa quarta-feira (13), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) registrou a venda de 492,6 mil toneladas de soja com destino desconhecido e à China. Na Bolsa de Chicago (CBOT, na sigla em inglês), os contratos de novembro/21 são negociados a 1.202,00 USD cents/bushel.
 
Milho em alta
Os futuros do milho operam em alta, nesta quinta-feira (14). Na CBOT, os contratos futuros para dezembro/21 são negociados a US¢ 516,00/bu. Apesar da pressão sobre os preços originado do avanço da colheita nos EUA e consequente aumento da estoques, os preços futuros do milho são sustentados pela tendência de alta nos mercados de energia.
 
Trigo em alta
Os futuros do trigo operam em alta, nesta quinta-feira (14). Na CBOT, os contratos para dezembro/21 são negociados a US¢ 724,00/bu. A tendência de alta encontra apoio sobretudo na desvalorização do dólar estadunidense. Outros fatores que também contribuem é uma menor safra europeia e nível de demanda estável de países do Oriente Médio. No mais, os agentes se mantêm atentos à demanda chinesa, já que o gigante asiático pode não ter outra opção senão reduzir as tensões comerciais com a Austrália. Após intempéries climáticas e relações diplomáticas estremecidas, com queda na produtividade de importantes países exportadores no hemisfério norte, não restam muitas opções à China para importar trigo além da Austrália.
 
tabela de indicadores
image 19737
Fonte: CommodityNetwork Traders’ Pro.
image 19739
Fonte: CommodityNetwork Traders’ Pro. *em relação ao fechamento do dia anterior
image 19740
**estimativa StoneX
evolução dos contratos futuros na cbot
Soja
 
Milho
Trigo
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7 de agosto – A economia dos EUA inesperadamente perdeu 23 mil vagas em julho, dramaticamente abaixo das expectativas do mercado de um aumento de 80 mil e marcando a pior leitura de Non-Farm Payrolls desde fevereiro. Além disso, maio e junho foram ambos revisados fortemente para baixo, com as revisões combinadas mostrando 103 mil vagas a menos do que o previamente reportado. Fora o setor de saúde, que adicionou 22 mil vagas em julho, as perdas foram bastante disseminadas. As folhas de pagamento do governo registraram a maior queda, cortando 53 mil vagas em julho, a maior observada desde outubro de 2025, enquanto junho foi revisado para baixo, passando a mostrar uma perda de 10 mil vagas também. O setor privado ao menos registrou crescimento, adicionando 30 mil vagas em julho, agora igualando o mês anterior após este ser revisado para baixo, ante os 49 mil inicialmente reportados, e ficando substancialmente aquém das previsões de 78 mil vagas adicionadas. Trata-se de uma reversão acentuada de curso em relação aos dados de emprego dos EUA amplamente melhores do que o esperado observados no início desta semana.

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6 de agosto – Os dados de emprego dos EUA mais fortes do que o esperado nesta manhã ofereceram algum alívio aos mercados, reforçando a confiança na economia ao mesmo tempo em que dão ao Fed maior flexibilidade para elevar os juros caso as pressões inflacionárias reacelerem nos dados de julho da próxima semana. Os futuros das ações apontam para uma abertura mista no início do dia, com o Nasdaq, de forte peso em tecnologia, mostrando a maior fraqueza. O VIX caiu notavelmente em relação ao salto de ontem acima de 18,4, iniciando o dia rondando logo abaixo da marca de 16. O dólar está discretamente em alta, operando logo acima de 99,8, mantendo-se na faixa estreita observada até aqui nesta semana enquanto os operadores continuam a digerir os dados para moldar as expectativas quanto ao próximo movimento do Fed, no qual nos aprofundaremos mais abaixo. Os rendimentos dos Treasuries de longo prazo cairram ligeiramente em relação ao salto recente, com os rendimentos de 30 anos iniciando o dia operando logo acima de 5,19%, enquanto os rendimentos de 10 anos operam acima de 4,64% e os de 2 anos situam-se abaixo de 4,22%. O petróleo bruto está moderadamente em alta para começar a sessão, após fortes quedas no início da semana, com o WTI para entrega próxima em alta de 1,8%, operando a US$76,40, e o Brent para entrega próxima em alta de 2,4%, operando a US$81,40. Enquanto isso, os commodities agrícolas estão discretamente mistos para começar o dia.

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5 de agosto – Os mercados de ações dos EUA estão em chamas nesta semana, com tanto o Dow Jones quanto o S&P 500 estabelecendo novas máximas históricas ontem, com os futuros indicando novos ganhos novamente hoje; o mercado permanece otimista quanto a um acordo com o Irã, apesar de nenhuma evidência disso até o momento. O petróleo bruto trabalha em uma máxima e uma mínima mais baixas hoje, mas permanece ligeiramente no lado alto na sessão, enquanto o dólar recua de volta em direção à mínima de quase dois meses de segunda-feira. O título de dez anos está estável a mais baixo nesta manhã (embora solidamente mais baixo até agora neste mês), em 4,605%, enquanto o índice VIX continua a se recuperar no meio da semana, com uma leitura de quase 17 pontos nesta manhã.

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