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Chamada de Abertura

By: StoneX Intelligence Brazil, StoneX Intelligence Brazil

Grãos | Chamada de Abertura
 
Ana Luiza Lodi
 
Soja, farelo, Milho e Trigo: baixa. óleo: estável.
Mercado externo - Estados Unidos Europa e Ásia: alta.
Os mercados acionários ao redor do mundo adotam, em geral, um tom positivo nesta segunda-feira (dia 08).
As principais bolsas da Ásia encerram o dia em alta, reagindo aos balanços corporativos favoráveis das empresas da região. A exceção foi o Hang Seng, de Hong Kong, que registrou baixa de 0,77% no primeiro pregão da semana.
O mercado continua acompanhando a evolução de casos de Covid-19 na China, uma vez que o país adota tolerância zero contra a doença. Outro ponto de atenção são os atritos entre EUA e China em relação à Taiwan.
Os futuros dos índices de ações de Nova York também operaram no azul, o que foi um fator de suporte aos mercados asiáticos e sinalizam uma abertura no lado positivo. As preocupações com a inflação continuam e aumentam as apostas de que o banco central dos EUA (Fed) irá continuar tomando medidas de maior aperto monetário, com novas elevações dos juros. O mercado de trabalho do país continua extremamente aquecido, com os agentes considerando que a taxa de desemprego e as vagas criadas, divulgados na semana passada, permitem que o Fed traga novos aumentos dos juros.
Na Europa, as bolsas também operam, em geral, com ganhos, num dia sem divulgações mais relevantes. Balanços positivos de empresas, além dos mercados em alta em outras partes do mundo, ditam o tom das negociações.
Soja em baixa

As cotações da soja encerraram a sessão noturna desta segunda-feira (dia 8) em queda, diante da melhora nas perspectivas climáticas para os EUA, num momento em que a soja está em sua fase chave, o enchimento de grão.

Foram registradas boas chuvas na região norte central do Meio Oeste dos EUA neste final de semana. As previsões para os próximos dias indicam que as precipitações devem se concentrar mais na região leste e sul do cinturão, que é a que já tem sido mais beneficiada. Contudo, tem havido bastante alterações nas previsões e discordância entre modelos, com parte do mercado apostando que o clima no país em agosto pode estar mudando para um padrão mais úmido em regiões que precisam de chuvas, como o este do cinturão.

Diante desse cenário, o mercado aguarda o relatório semanal de acompanhamento de safra do USDA, que será divulgado às 17h.

Milho em baixa

O milho também registrou baixa em Chicago, sob influência do clima nos EUA. No caso do cereal, a fase mais clítica de desenvolvimento já passou, mas as chuvas recentes no norte das planícies podem beneficiar o que foi plantado com atraso.
Além do clima, os preços do milho foram pressionados pela queda do petróleo no mercado overnight e pelas perspectivas de novos embarques da Ucrânia, sob o acordo com a Rússia, mediado pela Turquia.

Por outro lado, destaca-se que os volumes embarcados pela Ucrânia ainda são pequenos em relação ao que ocorria antes da guerra e há dúvidas quanto à segurança do corredor de exportação, havendo dificuldades em encontrar tripulação para os navios e contratar seguros.

Trigo em baixa

O trigo também foi pressionado pelo desenrolar dos embarques ucranianos, apesar de os volumes ainda serem baixos e as primeiras cargas serem de milho. Por outro lado, a leve queda do dólar no mercado noturno limitou as perdas do cereal, uma vez que favorece a competitividade dos EUA.

Destaca-se que a colheita do trigo HRW nos EUA está praticamente finalizada, com o andamento dos trabalhos no campo tendo sido favorecido pelo clima quente e seco na região produtora.

Diante desse cenário, as perspectivas são de que o relatório de acompanhamento de safra traga um ritmo de colheita da safra de inverno norte-americana mais próximo da média de cinco anos. Para o cereal de primavera, espera-se que as condições das lavouras continuem favoráveis.

 
tabela de indicadores
image 45962
Fonte: CommodityNetwork Traders’ Pro.
image 45963
Fonte: CommodityNetwork Traders’ Pro. *em relação ao fechamento do dia anterior
image 45964
**estimativa StoneX
evolução dos contratos futuros na cbot
Soja
 
Milho
Trigo
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Este documento contém opiniões do autor e não necessariamente reflete as estratégias da StoneX. As previsões de mercado são especulativas e podem variar. O investidor é responsável por qualquer decisão baseada neste material. A StoneX só negocia com clientes que atendem aos critérios legais. O aviso legal completo está em https://www.stonex.com/pt-br/termos-e-condicoes/.

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7 de agosto – A economia dos EUA inesperadamente perdeu 23 mil vagas em julho, dramaticamente abaixo das expectativas do mercado de um aumento de 80 mil e marcando a pior leitura de Non-Farm Payrolls desde fevereiro. Além disso, maio e junho foram ambos revisados fortemente para baixo, com as revisões combinadas mostrando 103 mil vagas a menos do que o previamente reportado. Fora o setor de saúde, que adicionou 22 mil vagas em julho, as perdas foram bastante disseminadas. As folhas de pagamento do governo registraram a maior queda, cortando 53 mil vagas em julho, a maior observada desde outubro de 2025, enquanto junho foi revisado para baixo, passando a mostrar uma perda de 10 mil vagas também. O setor privado ao menos registrou crescimento, adicionando 30 mil vagas em julho, agora igualando o mês anterior após este ser revisado para baixo, ante os 49 mil inicialmente reportados, e ficando substancialmente aquém das previsões de 78 mil vagas adicionadas. Trata-se de uma reversão acentuada de curso em relação aos dados de emprego dos EUA amplamente melhores do que o esperado observados no início desta semana.

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6 de agosto – Os dados de emprego dos EUA mais fortes do que o esperado nesta manhã ofereceram algum alívio aos mercados, reforçando a confiança na economia ao mesmo tempo em que dão ao Fed maior flexibilidade para elevar os juros caso as pressões inflacionárias reacelerem nos dados de julho da próxima semana. Os futuros das ações apontam para uma abertura mista no início do dia, com o Nasdaq, de forte peso em tecnologia, mostrando a maior fraqueza. O VIX caiu notavelmente em relação ao salto de ontem acima de 18,4, iniciando o dia rondando logo abaixo da marca de 16. O dólar está discretamente em alta, operando logo acima de 99,8, mantendo-se na faixa estreita observada até aqui nesta semana enquanto os operadores continuam a digerir os dados para moldar as expectativas quanto ao próximo movimento do Fed, no qual nos aprofundaremos mais abaixo. Os rendimentos dos Treasuries de longo prazo cairram ligeiramente em relação ao salto recente, com os rendimentos de 30 anos iniciando o dia operando logo acima de 5,19%, enquanto os rendimentos de 10 anos operam acima de 4,64% e os de 2 anos situam-se abaixo de 4,22%. O petróleo bruto está moderadamente em alta para começar a sessão, após fortes quedas no início da semana, com o WTI para entrega próxima em alta de 1,8%, operando a US$76,40, e o Brent para entrega próxima em alta de 2,4%, operando a US$81,40. Enquanto isso, os commodities agrícolas estão discretamente mistos para começar o dia.

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5 de agosto – Os mercados de ações dos EUA estão em chamas nesta semana, com tanto o Dow Jones quanto o S&P 500 estabelecendo novas máximas históricas ontem, com os futuros indicando novos ganhos novamente hoje; o mercado permanece otimista quanto a um acordo com o Irã, apesar de nenhuma evidência disso até o momento. O petróleo bruto trabalha em uma máxima e uma mínima mais baixas hoje, mas permanece ligeiramente no lado alto na sessão, enquanto o dólar recua de volta em direção à mínima de quase dois meses de segunda-feira. O título de dez anos está estável a mais baixo nesta manhã (embora solidamente mais baixo até agora neste mês), em 4,605%, enquanto o índice VIX continua a se recuperar no meio da semana, com uma leitura de quase 17 pontos nesta manhã.

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