IEA reduz projeções de demanda global Hoje pela manhã, a IEA reduziu as suas estimativas de crescimento da demanda global por petróleo para 2025 e 2026. Nesse ano, os cortes feitos pela agência são significativos, indo de 1,03 para 0,73 mbpd, conforme as perspectivas de impactos mais significativas da guerra comercial sino-americana sobre as atividades econômicas ao redor do globo. Paralelo a isso, a IEA também revisou positivamente o avanço esperado para a produção, de 0,24 para 0,59 mbpd, em meio ao entendimento de que o forte aumento anunciado pela OPEP+ a partir de maio reflita sobre a oferta total da commodity. Dessa forma, a IEA projeta um balanço mais relaxado tanto por conta de um crescimento menor da demanda global, como também por uma maior entrada de barris no mercado, fator que contribui para pressionar os preços do óleo bruto. Vale destacar, no entanto, que apesar do grupo ter registrado um aumento dos estoques globais em fevereiro, o volume apresentado ainda é um dos menores nos últimos cinco anos, refletindo um balanço de O&D mais apertado no curto prazo, fator que deve permanecer no radar do mercado. Além disso, um ponto de atenção do relatório se deu na confirmação de que a perfuração de novas sondas nos EUA só é vantajosa com uma média de preços próxima a USD 65 bbl, gerando receios sobre o patamar atual das cotações não aderir ao limite para a manutenção da abertura de novos poços no país.
StoneX revisa estimativas de diesel B e biodiesel Hoje, a Inteligência de Mercado da StoneX publicou sua terceira revisão das estimativas de demanda de diesel B, diesel A e biodiesel no Brasil. As projeções seguem de um aumento do consumo nacional de diesel B em 3%, totalizando 69,3 milhões de m³, com alguns ajustes de alta para as regiões Centro-Oeste e Sul, e de leve baixa do crescimento esperado para a região Sudeste. Vale destacar que, por conta da manutenção do B14 pelo CNPE, a StoneX revisou para cima as suas projeções de consumo do diesel A, de 59,1 para 59,7 milhões de m³, enquanto o consumo de biodiesel foi ajustado para baixo, de 10,3 para 9,6 milhões de m³. Clientes StoneX tem acesso ao relatório completo através desse link.
Gás Natural
- Os preços do gás natural nos EUA fecharam a sessão de ontem em baixa, com o contrato mais ativo do Henry Hub operando em USD 3,325/MMBTU. No Brasil, considerando o contrato da Petrobras 2024/25, os preços do gás natural operaram com uma alta de 0,19% na sessão passado, alcançando USD 7,72072/MMBTU.
- No mercado de gás natural, o contrato mais ativo do Henry Hub amanheceu com alta de 0,72%, alcançando USD 3,349 MMBTU, ao passo que os preços do gás natural do Brasil - considerando Petrobras 24/25 - operam em baixa de -0,45%, próximos a USD 7,686 MMBTU.
TABELA DE COTAÇÕES (FECHAMENTO DA ÚLTIMA SESSÃO)

Fonte: NYMEX, ICE, S&P, StoneX.